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Roberto Carlos plagiou Chaplin.
Confesso que ao assistir o filme não pude acreditar no que ouvia.
Como poderia aquele "cara" com cara de bom mocinho me enganar durante tanto tempo ?
Sou fâ do Chaplin, há tempo queria ver "Casamento ou Luxo", considerado por ele mesmo como o único "filme sério de sua carreira".
O filme não ficou muito conhecido, pois o personagem Carlitos e nem o Chaplim aparecem, dai a explicação de tal "coincidência musical" não ter sido descoberta há tempo.
É lamentável que aquele "cara" com cara de bom mocinho, que passou uma ditadura inteira sem dizer uma palavra, que outro dia proibiu a publicação de sua biografia (que é encontrada facilmente na internet ), não tenha tido a hombridade de colocar no rodapé do seu CD, co-autor : Sir Charles "Charlie" Spencer Chaplin .
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Opinião
História (nem tanto) infantil
História (nem tanto) infantil
Era uma família muito grande.
Tinham muitos irmãos.
Uma das porquinhas mais novas, foi estudar numa capital do litoral.
Dizem alguns, que quando jovem foi contra a monarquia, mas quem a conheceu duvida.
Ela era muito inteligente e perspicaz.
Cresceu e foi se tornando amiga da realeza.
A sua inteligência e perspicácia juntou o censo de oportunismo.
Tornou-se editora de economia, sem ser economista, do jornal da realeza.
Era a defensora das atitudes da realeza. Seja qual fosse.
Com sua inteligência, perspicácia, censo de oportunismo, e a benesses da realeza e a família montou um parque industrial educacional ( são 9 fabricas, fundação, etc.) e outras.
A irmã casou em uma família possuidora de um castelo (parece conto de fada)
Segundo a concepção capitalista de realização ela era uma pessoa realizada.
Mas ai.....................
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Opinião
"Petistas capixabas uni-vos” (Diria o velho)
Nós petistas capixabas, somos meio "metido a besta".
Fomos o primeiro PT a eleger um prefeito de capital.
Fomos o primeiro PT a eleger um governador de estado.
Temos muito orgulho disto.
Aproximam-se as eleições de 2010 e os acordos começam a serem costurados.
A direção nacional do PT traçou as diretrizes que nortearão estas coligações.
Mas eis que em nosso estado as coisas saíram dos trilhos.
Tínhamos o melhor candidato para o governo nas eleições de 2010.
Tradicionalmente aliamo-nos ao PSB nas eleições majoritárias, esta coligação fatalmente traria uma dupla de candidato imbatível para as eleições de governador e vice e seria o melhor e confiavél palanque para a Dilma.
Nós que sempre nos orgulhamos da democracia interna, fomos pegos de surpresa.
Ficamos sabendo através da mídia que o nosso possível candidato retirou sua "pré-candidatura" e declarava seu apoio ao candidato do imperador governador do estado, inclusive se propondo a ser o coordenador de sua campanha.
Aqui no estado, vivemos uma situação "sui-generis".
Não temos sequer um deputado estadual na oposição, o nosso presidente da assembléia é um velho amigo da ditadura, tendo inclusive sido um de seus governadores biônicos ( quem se lembra ?).
O governador tem aprovação popular.
Nosso crescimento econômico foi significativo.
Vivemos no paraíso?
Ledo engano.
Nosso
imperador
governador é um legitimo discípulo (quiçá não seja o mestre) de Maquiavel.
Neoliberal, abriu o estado a todas as corporações possíveis (as poluidoras principalmente).
Exemplificando: o Maranhão não permitiu a instalação de uma siderúrgica do grupo chinês Baosteel,por considerá-la altamente poluidora, aqui, atropelando os movimentos ecológicos, associações de proteção ambiental, nossoimperador governador, empurrou de "goela abaixo" a instalação da siderúrgica em uma região turística(Guarapari/Anchieta).
Graças à crise internacional, tal empreendimento não vingou.
O que fez nossoimperador governador, quando o grupo chinês desistiu do empreendimento?
Uma bravata, típica de Odorico Paraguaçu, declara que não permitiria a instalação da siderúrgica para preservar o meio ambiente
A saúde, educação estão abandonadas.
Na área de segurança, o estado é considerado um dos mais violentos do país.
Na área dos direitos humanos, quase que o Brasil foi advertido pela ONU, devido a relatórios da ANJ referentes ao sistema prisional em nosso estado.
Os movimentos sociais não merecem qualquer respeito por parte do atual governo.
Dizem:
que o silencio obsequioso dos nossos deputados e de lideres da antiga oposição capixaba se deve a existência em nosso estado de um sistema de "grampo" telefônico feito pelo estado, o chamado "Guardião".
Somos o estado campeão brasileiro de "grampo" telefônico.
Dizem:
que o sistema "Guardião" e o Ministério Público são os melhores calmantes da oposição.
É só ameaçar, e o efeito é imediato.
Diante de tais fatos e relembrando a historia da queda de Janio Quadros, por aqui existem "muitas forças ocultas".
Diante de tal quadro, cabe a nos petista, reavaliarmos nossa postura enquanto partido político,
Não podemos ficar reféns de decisões autocráticas, e sujeitas a ingerências externas de ideologias que não constam de nossos estatutos, não podemos descer as nossas bandeiras de luta.
O que defendo é o direito de todos a participarem das decisões partidárias, como foi ratificado com a anulação pela direção nacional das decisões de apoio atemporal à candidaturas externas.
Quanto à política capixaba e o apoio ao candidato do
imperador
governador é uma avaliação pessoal, pode não ser o que pensa a maioria de nossa militância.
Volta a afirmar: minha condição "sine qua non" é o direito desta militância participar do debate, conforme regras já definidas pelo diretório nacional.
Conclamo a todos os petistas capixabas que nos unamos e juntos vamos defender a continuação de nossa luta na construção de um verdadeiro partido democrático e que tenha como escopo a construção do socialismo democrático.
A certeza deste caminho é a eleição da chapa "Democracia e Participação", é colocar na direção estadual um companheiro que é o símbolo de toda luta da resistência dentro deste país, um companheiro fundador deste nosso querido PT, um companheiro que pode ter o orgulho de já fazer parte da historia não só da esquerda, mas na historia do Brasil.
Chapa Democracia e Participação - n° 482 - para presidente do PT/ES-PERLY CIPRIANO n°382
Visite o blog da chapa, clique AQUI
Fomos o primeiro PT a eleger um prefeito de capital.
Fomos o primeiro PT a eleger um governador de estado.
Temos muito orgulho disto.
Aproximam-se as eleições de 2010 e os acordos começam a serem costurados.
A direção nacional do PT traçou as diretrizes que nortearão estas coligações.
Mas eis que em nosso estado as coisas saíram dos trilhos.
Tínhamos o melhor candidato para o governo nas eleições de 2010.
Tradicionalmente aliamo-nos ao PSB nas eleições majoritárias, esta coligação fatalmente traria uma dupla de candidato imbatível para as eleições de governador e vice e seria o melhor e confiavél palanque para a Dilma.
Nós que sempre nos orgulhamos da democracia interna, fomos pegos de surpresa.
Ficamos sabendo através da mídia que o nosso possível candidato retirou sua "pré-candidatura" e declarava seu apoio ao candidato do imperador governador do estado, inclusive se propondo a ser o coordenador de sua campanha.
Aqui no estado, vivemos uma situação "sui-generis".
Não temos sequer um deputado estadual na oposição, o nosso presidente da assembléia é um velho amigo da ditadura, tendo inclusive sido um de seus governadores biônicos ( quem se lembra ?).
O governador tem aprovação popular.
Nosso crescimento econômico foi significativo.
Vivemos no paraíso?
Ledo engano.
Nosso
imperador
governador é um legitimo discípulo (quiçá não seja o mestre) de Maquiavel.
Neoliberal, abriu o estado a todas as corporações possíveis (as poluidoras principalmente).
Exemplificando: o Maranhão não permitiu a instalação de uma siderúrgica do grupo chinês Baosteel,por considerá-la altamente poluidora, aqui, atropelando os movimentos ecológicos, associações de proteção ambiental, nosso
Graças à crise internacional, tal empreendimento não vingou.
O que fez nosso
Uma bravata, típica de Odorico Paraguaçu, declara que não permitiria a instalação da siderúrgica para preservar o meio ambiente
A saúde, educação estão abandonadas.
Na área de segurança, o estado é considerado um dos mais violentos do país.
Na área dos direitos humanos, quase que o Brasil foi advertido pela ONU, devido a relatórios da ANJ referentes ao sistema prisional em nosso estado.
Os movimentos sociais não merecem qualquer respeito por parte do atual governo.
Dizem:
que o silencio obsequioso dos nossos deputados e de lideres da antiga oposição capixaba se deve a existência em nosso estado de um sistema de "grampo" telefônico feito pelo estado, o chamado "Guardião".
Somos o estado campeão brasileiro de "grampo" telefônico.
Dizem:
que o sistema "Guardião" e o Ministério Público são os melhores calmantes da oposição.
É só ameaçar, e o efeito é imediato.
Diante de tais fatos e relembrando a historia da queda de Janio Quadros, por aqui existem "muitas forças ocultas".
Diante de tal quadro, cabe a nos petista, reavaliarmos nossa postura enquanto partido político,
Não podemos ficar reféns de decisões autocráticas, e sujeitas a ingerências externas de ideologias que não constam de nossos estatutos, não podemos descer as nossas bandeiras de luta.
O que defendo é o direito de todos a participarem das decisões partidárias, como foi ratificado com a anulação pela direção nacional das decisões de apoio atemporal à candidaturas externas.
Quanto à política capixaba e o apoio ao candidato do
imperador
governador é uma avaliação pessoal, pode não ser o que pensa a maioria de nossa militância.
Volta a afirmar: minha condição "sine qua non" é o direito desta militância participar do debate, conforme regras já definidas pelo diretório nacional.
Conclamo a todos os petistas capixabas que nos unamos e juntos vamos defender a continuação de nossa luta na construção de um verdadeiro partido democrático e que tenha como escopo a construção do socialismo democrático.
A certeza deste caminho é a eleição da chapa "Democracia e Participação", é colocar na direção estadual um companheiro que é o símbolo de toda luta da resistência dentro deste país, um companheiro fundador deste nosso querido PT, um companheiro que pode ter o orgulho de já fazer parte da historia não só da esquerda, mas na historia do Brasil.
Chapa Democracia e Participação - n° 482 - para presidente do PT/ES-PERLY CIPRIANO n°382
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Opinião
Mitos brasileiros.(1)
Um dia desses, numa roda de bar, discutiam sobre os rumos do pais.
Como sempre estava mais de observador.
A conclusão foi que o grande problema do Brasil era a educação e resolveram me tirar do anonimato.
-E ai você concorda que o problema do Brasil é a qualidade de nossa educação?
-Claro. Plenamente. Tenho observado que em todos os escândalos envolvendo desvio de verba, corrupção, trafico de influência e de drogas, e tudo que é prejudicial a sociedade, todos os mentores e participantes têm curso superior. Realmente eu acho que o nosso sistema educacional com a filosofia vigente , não tem formado bons cidadãos, e isso certamente compromete o futuro do pais.
Nada mais foi dito pelos analistas presentes e voltamos a nossa cervejinha gelada.
Como sempre estava mais de observador.
A conclusão foi que o grande problema do Brasil era a educação e resolveram me tirar do anonimato.
-E ai você concorda que o problema do Brasil é a qualidade de nossa educação?
-Claro. Plenamente. Tenho observado que em todos os escândalos envolvendo desvio de verba, corrupção, trafico de influência e de drogas, e tudo que é prejudicial a sociedade, todos os mentores e participantes têm curso superior. Realmente eu acho que o nosso sistema educacional com a filosofia vigente , não tem formado bons cidadãos, e isso certamente compromete o futuro do pais.
Nada mais foi dito pelos analistas presentes e voltamos a nossa cervejinha gelada.
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Opinião
Corporativite(1).
Corporativite(1).
Desta vez é o fim da prisão especial para quem tem curso superior.
É a "corporativite", doença social provocada pelo corporativismo .
Suas "excelências" capitaneados pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), autor do substitutivo,fizeram uma relação " sui generis" daqueles que continuarão tendo este privilegio:ministros de Estado; governadores, senadores, deputados federais e estaduais; prefeitos e vereadores; membros das Forças Armadas; magistrados, delegados e membros do Ministério Público e da Defensoria Pública; membros dos tribunais de Contas; e cidadãos que já tiveram exercido efetivamente a função de jurado, salvo quando excluídos dessa lista por motivo de incapacidade para o exercício da função.
Ficaram fora da lista os advogados.
A OAB, já fez sua critica ao projeto.
Para o secretario geral, Alberto Toron,o projeto atingirá um número pequeno de detentos e " a medida ainda vai soar como demagógica na sociedade".
Ou seja, todo mundo "puxando a brasa para sua sardinha".
Duvidas:
1 - Se segundo a Constituição Brasileira, "todos são iguais perante a Lei", porque uns são "mais iguais" que outros?
2 - Na relação dos "privilegiados", excetuando os jurados, os demais por serem "otoridades", têm por obrigação conhecer a Lei, e no meu ponto de vista, por serem "nossos empregados" e conhecedores da Lei, pelo contrario, deveriam receber uma punição "mais exemplar" e não "prisão especial", não acham ?
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Opinião
O engolidor de sapos
Qual é o limite que temos para "engolir sapos".
Qual é o limite desta pratica, em nome de uma estratégia, para que não nos transformemos também em "sapos"?
Não sei se estou ficando velho demais, ou saudosista demais, ou radical demais, ou perdi minha capacidade de analise, ou o mundo mudou demais.
Antes de colocar meu ponto de vista devo fazer um esclarecimento inicial:
Sou filiado a um partido político que no parágrafo primeiro de seu estatuto esta escrito que: "é um associação voluntaria de cidadãs e cidadãos que se propõem lutar por democracia, pluralidade,solidariedade, transformações políticas, sociais, institucionais, econômicas, jurídicas e culturais, destinadas a eliminar a exploração, a dominação, a opressão, a desigualdade, a injustiça e a miséria,com o objetivo de construir o socialismo democrático"
Qual é o limite desta pratica, em nome de uma estratégia, para que não nos transformemos também em "sapos"?
Não sei se estou ficando velho demais, ou saudosista demais, ou radical demais, ou perdi minha capacidade de analise, ou o mundo mudou demais.
Antes de colocar meu ponto de vista devo fazer um esclarecimento inicial:
Sou filiado a um partido político que no parágrafo primeiro de seu estatuto esta escrito que: "é um associação voluntaria de cidadãs e cidadãos que se propõem lutar por democracia, pluralidade,solidariedade, transformações políticas, sociais, institucionais, econômicas, jurídicas e culturais, destinadas a eliminar a exploração, a dominação, a opressão, a desigualdade, a injustiça e a miséria,com o objetivo de construir o socialismo democrático"
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Opinião
A crise, doi mais aqui.
A crise, doi mais aqui.
Nosso governo tornou-se o legitimo representante do projeto da globalização, todo "modernoso".
Investimentos na area social ? Pra que? O mercado vai resolver.
E tome caos na saude e receba o trofeu do estado mais violente do pais.
Mas isso é passagerio.
O mercado vai resolver.
Segundo um jornal da "modernidade" daqui:
"O peso do comércio internacional no PIB capixaba é de 50%,
enquanto a média nacional é de 21%. A influência do comércio
internacional, o impacto que ele gera em outros setores é ainda maior,
atingindo 70% da economia local."
"No primeiro trimestre de 2009, as importações foram reduzidas em cerca de 15%. Segundo o vice-presidente do Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do Espírito Santo (Sindiex), Marcílio Machado, o que segurou a queda nos primeiros três meses do ano foram os pedidos feitos no final do ano passado, quando a crise ainda estava começando.
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Opinião
Liberalismo capixaba
Sou capixaba e moro no Espírito Santo.
Aqui esta ocorrendo um fenômeno político surreal.
Elegemos um governador que em sua juventude foi considerado de esquerda, se elegeu vereador, prefeito da capital, senador e governador tendo sido reeleito.
O citado é um dos maiores articuladores (não digo político, porque político é o individuo preocupado com os destinos do estado) do poder. O homem é uma fera, se houvesse reencarnação, Maquiavel certamente teria sido seu discípulo.
Como diria nosso saudoso Carlito Maia, "a esquerda quando começa contar dinheiro vira direita", pois é , o antes " esquerdista" é hoje um tremendo "neo-liberal".
Aqui no estado temos escuta "clandestina/oficial" de telefone, o Ministério Publico recebeu os maiores aumentos, e todos os políticos juram de "pé junto" que são governistas desde criancinha. Aqui não existe oposição política, existem os que calam. Nosso senador "ecologista" é o maior defensor da Aracruz Celulose - a empresa do deserto verde. A maioria dos deputados eleitos recebeu uma "graninha" da Aracruz para sua eleição.
Nosso único hospital público de emergência não recebe apoio público. Graças a seus funcionários, considero o melhor do estado.
Nosso índice de violência é um dos maiores do pais.
Na área da educação o "grande mérito" é o esforço na inclusão digital: desde quando a inclusão digital é o básico da educação?
Se pegarmos os índices de 10 anos atrás na área de educação, saúde ou segurança veremos que não houve qualquer melhoria, mas o governo continua sendo de "unanimidade".
O que me levou a escrever este artigo foi a última "ação do governo".
A Baosteel e a Companhia Vale do Rio Doce , com a presença do governador anunciaram, nesta quarta-feira (3), o planejamento que criaram para a implantação da Companhia Siderúrgica de Vitória (CSV).
O que é isso?
É um mega projeto para encher o bolso das multinacionais fabricando aço numa região de turismo aqui no nosso estado. Se você não conhece Guarapari - o mundo inteiro conhece- aproveite para conhecer, porque este projeto vai tornar inviável a cidade como pólo turístico.
O projeto que ainda não tem aprovação do órgão que controla o meio ambiente -IEMA , mas isso para quem conhece a política dos "ambientalistas do governo do estado" não será o mínimo problema.
Na fase do construção esta previsto a criação de 15.000 empregos, depois de concluída gerará 3.000 empregos, ou seja, a cidade de Guarapari e Anchieta ganharam de presente 13.000 famílias desempregadas e uma poluição que certamente trará para a região o glorioso titulo de "Cubatão capixaba". Estes serão os méritos deste "fabuloso e salvador" projeto já que por ser destinado a exportação estará isento de impostos.
Quanto aos 3.000 empregos gerados é bom lembrar da reunião que houve em nosso estado da direção da Mittal, proprietária da CST e Aracruz, onde o presidente, o indiano Mittal, deixou claro que os custos de produção estão muito altos se comparados com os da India. Tradução: entrar no jogo da globalização é aceitar levar os nossos salários aos patamares mais baixos do planeta.
Vale lembrar que o projeto que ora é anunciado como uma grande conquista do estado foi rejeitado pelo governo do Maranhão, sim MARANHÂO, que foi pressionado pela sociedade organizada que viu no projeto além da degradação ecológica os problemas sociais que o mesmo acarretaria ao estado.
Com o anuncio deste projeto vou ter que refazer o plástico que estava preparando para colocar no meu carro. Aceito sugestões. O antigo era nas cores da bandeira do estado ( azul e rosa), com os dizeres:
"Estado do Espírito Santo : mais um empreendimento do grupo Acelor/Mittal"
Aqui esta ocorrendo um fenômeno político surreal.
Elegemos um governador que em sua juventude foi considerado de esquerda, se elegeu vereador, prefeito da capital, senador e governador tendo sido reeleito.
O citado é um dos maiores articuladores (não digo político, porque político é o individuo preocupado com os destinos do estado) do poder. O homem é uma fera, se houvesse reencarnação, Maquiavel certamente teria sido seu discípulo.
Como diria nosso saudoso Carlito Maia, "a esquerda quando começa contar dinheiro vira direita", pois é , o antes " esquerdista" é hoje um tremendo "neo-liberal".
Aqui no estado temos escuta "clandestina/oficial" de telefone, o Ministério Publico recebeu os maiores aumentos, e todos os políticos juram de "pé junto" que são governistas desde criancinha. Aqui não existe oposição política, existem os que calam. Nosso senador "ecologista" é o maior defensor da Aracruz Celulose - a empresa do deserto verde. A maioria dos deputados eleitos recebeu uma "graninha" da Aracruz para sua eleição.
Nosso único hospital público de emergência não recebe apoio público. Graças a seus funcionários, considero o melhor do estado.
Nosso índice de violência é um dos maiores do pais.
Na área da educação o "grande mérito" é o esforço na inclusão digital: desde quando a inclusão digital é o básico da educação?
Se pegarmos os índices de 10 anos atrás na área de educação, saúde ou segurança veremos que não houve qualquer melhoria, mas o governo continua sendo de "unanimidade".
O que me levou a escrever este artigo foi a última "ação do governo".
A Baosteel e a Companhia Vale do Rio Doce , com a presença do governador anunciaram, nesta quarta-feira (3), o planejamento que criaram para a implantação da Companhia Siderúrgica de Vitória (CSV).
O que é isso?
É um mega projeto para encher o bolso das multinacionais fabricando aço numa região de turismo aqui no nosso estado. Se você não conhece Guarapari - o mundo inteiro conhece- aproveite para conhecer, porque este projeto vai tornar inviável a cidade como pólo turístico.
O projeto que ainda não tem aprovação do órgão que controla o meio ambiente -IEMA , mas isso para quem conhece a política dos "ambientalistas do governo do estado" não será o mínimo problema.
Na fase do construção esta previsto a criação de 15.000 empregos, depois de concluída gerará 3.000 empregos, ou seja, a cidade de Guarapari e Anchieta ganharam de presente 13.000 famílias desempregadas e uma poluição que certamente trará para a região o glorioso titulo de "Cubatão capixaba". Estes serão os méritos deste "fabuloso e salvador" projeto já que por ser destinado a exportação estará isento de impostos.
Quanto aos 3.000 empregos gerados é bom lembrar da reunião que houve em nosso estado da direção da Mittal, proprietária da CST e Aracruz, onde o presidente, o indiano Mittal, deixou claro que os custos de produção estão muito altos se comparados com os da India. Tradução: entrar no jogo da globalização é aceitar levar os nossos salários aos patamares mais baixos do planeta.
Vale lembrar que o projeto que ora é anunciado como uma grande conquista do estado foi rejeitado pelo governo do Maranhão, sim MARANHÂO, que foi pressionado pela sociedade organizada que viu no projeto além da degradação ecológica os problemas sociais que o mesmo acarretaria ao estado.
Com o anuncio deste projeto vou ter que refazer o plástico que estava preparando para colocar no meu carro. Aceito sugestões. O antigo era nas cores da bandeira do estado ( azul e rosa), com os dizeres:
"Estado do Espírito Santo : mais um empreendimento do grupo Acelor/Mittal"
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Opinião
O Ministério da Saúde adverte
Semana passada fui internar minha irmã, de 80 anos, com uma crise de hiperglicemia. Procurei no encarte fornecido pelo plano de saúde e encaminhei para o hospital mais perto de minha residência, ao chegar lá a atendente, depois de uma longa espera, me diz que o plano dela não era mais conveniado com aquele hospital.
Primeira crise de cidadania: você paga e caro um plano de saúde, que seria obrigação do estado, na hora de lhe vender, eles apresentam uma serie de hospitais credenciados, depois trocam tudo, não te comunicam, não substituem por outra opção e você não tem como reclamar, e o pior, continuam te cobrando o mesmo valor. Afinal, eu pago x reais por mês, porque escolhi o plano x, que tinha x hospitais credenciados. Hoje continuo pagando x, só que não recebo em troca as opções que contratei ( quando assinei o contrato). Na "minha terra" quem contrata um serviço, ou recebe o que contratou ou recebe de volta o que lhe foi cobrado indevidamente, caso contrario o contratado é considerado um estelionatário ( vendeu o que não existia).
Ao chegar ao segundo hospital, fomos atendidos prontamente, e a médica de plantão me comunicou da gravidade do caso e da necessidade que ela fosse imediatamente encaminhada a UTI. Prestaram os primeiros atendimentos, aplicaram a insulina.Passada umas 5 horas e diversas providencias médicas , indaguei a médica se o quadro estava sob controle, já que minha Irma não tinha sido encaminhado a UTI.
Segunda crise de cidadania: A medica me informa que o plano de saúde ainda não havia "liberado" a UTI. Imediatamente fui para a parte externa do hospital, tenho a voz muito alta, e liguei para o plano de saúde. O atendente com aquela tonalidade e sentimento de um ViaXox da IBM, depois de me pedir desde o nome ate ao CPF e numero de prontuário diz no "famoso gerúndio " que "estaremos tomando providencias" e que eu retornasse a ligação em 30 minutos.Nesta altura do campeonato, a calma já não era a minha melhor conselheira. Disse que não estava disposto a esperar porque eles já tinham tido 5 horas para dar uma resposta ao hospital, que estaria me dirigindo ao interior do hospital e se ao chegar lá a autorização não tivesse sido dada estaria me dirigindo à TV e ao Procon local.
Ao chegar ao interior do hospital encontrei com a medica já ao telefone com o plano de saude. Ela afasta o telefone do rosto e me diz que o Plano não quer liberar a UTI por se tratar de contrato no prazo de carência. Peguei, ate num ato mal educado, o telefone e "soltei as cachorras" depois de muito falar, disse que quando da assinatura do contrato eu achei que era desorganização da empresa mas que hoje tinha certeza que era má fé.
Terceira crise de cidadania: minha irmã é funcionária publica aposentada, paga este plano há mais de 15 anos. Há aproximadamente 3 meses a empresa responsável pelo plano rompeu o convenio com o Instituto de Aposentadoria Estadual, e todos os mutuários foram obrigados a fazer a escolha de um plano dentre os novos criados. Na época procurei me orientar junto ao Ministério Publico que me informou se tratar de uma simples transferência de plano. Fui à sede do Plano de Saúde assinar a transferência, quando pego o contrato verifico a existência de uma clausula de prazo de carência, depois de muita discussão fui parar na sala de um "coordenador", ele me disse que por falta de um modelo de contrato especifico para o caso estavam usando o formulário padrão, mas que eu poderia ficar tranqüilo que não existia prazo de carência para aquele caso (transferência). Solicitei então que ele colocasse esta observação no contrato, o que foi feito, inclusive com o acréscimo de uma observação feita por mim.
Depois da ciência por parte do Plano de Saúde da observação que houvera feito ao contrato foi feita a liberação imediata do internamento na UTI.
Como estávamos na recepção a medica pediu às funcionarias que providenciarem imediatamente a documentação, eis que 5 minutos depois me apresentam uma documentação para assinatura.
Quarta crise de cidadania: ao verificar a documentação vejo que esta toda em branco. Me nego a assinar. A alegação das funcionarias era que aquele é o procedimento comum para o caso.
Depois de muitas caras feias colocaram minha irmã na UTI.
No primeiro dia de visita , quando chega a minha vez de receber o boletim medico aparece um deputado e três vereadores, como estava junto a recepcionista ouvi toda conversa, de imediato ela diz que as visitas só são liberadas conforme regra do hospital para uma pessoa, então o deputado dá a famosa "carteirada" e solicita que seja comunicado a administração. A recepcionista pressionada liga para alguém que libera a entrada das quatro personagens.
Quinta crise de cidadania: Instintivamente eu levanto a voz e digo que se liberarem para entrada dos quatro no outro dia todos ali presente na sala de espera teriam o mesmo direito e que, eu exigia uma explicação para o fato. Então recebo a "carteirada" de um vereador que acompanhava o deputado, dizendo que eu deveria respeitar a autoridade e blá,blá,blá. Numa frase desmontei-o, "eu espero de vocês não o uso da autoridade para furar uma fila, mas o exemplo de cidadania em respeitar o direito de todos aqueles que estavam ali esperando há horas". O hospital volta atrás na autorização e todo mundo entra na fila.
Sexta crise de cidadania: faço a visita a minha irmã, ao sair encontro todos ainda na portaria, ao me verem vem parabenizar por minha atitude. Até quando será que o povo vai se calar ou aguardar que apareça alguém para reclamar seus direitos.
Três dias depois do internamento de minha irmã, pela primeira vez na vida, minha pressão foi a 10 x 18.
Por isso solicito ao Ministério da Saúde que coloque na porta de todos os hospitais do Brasil a seguinte faixa:
"Exercer seus direitos faz mal a saúde"
Primeira crise de cidadania: você paga e caro um plano de saúde, que seria obrigação do estado, na hora de lhe vender, eles apresentam uma serie de hospitais credenciados, depois trocam tudo, não te comunicam, não substituem por outra opção e você não tem como reclamar, e o pior, continuam te cobrando o mesmo valor. Afinal, eu pago x reais por mês, porque escolhi o plano x, que tinha x hospitais credenciados. Hoje continuo pagando x, só que não recebo em troca as opções que contratei ( quando assinei o contrato). Na "minha terra" quem contrata um serviço, ou recebe o que contratou ou recebe de volta o que lhe foi cobrado indevidamente, caso contrario o contratado é considerado um estelionatário ( vendeu o que não existia).
Ao chegar ao segundo hospital, fomos atendidos prontamente, e a médica de plantão me comunicou da gravidade do caso e da necessidade que ela fosse imediatamente encaminhada a UTI. Prestaram os primeiros atendimentos, aplicaram a insulina.Passada umas 5 horas e diversas providencias médicas , indaguei a médica se o quadro estava sob controle, já que minha Irma não tinha sido encaminhado a UTI.
Segunda crise de cidadania: A medica me informa que o plano de saúde ainda não havia "liberado" a UTI. Imediatamente fui para a parte externa do hospital, tenho a voz muito alta, e liguei para o plano de saúde. O atendente com aquela tonalidade e sentimento de um ViaXox da IBM, depois de me pedir desde o nome ate ao CPF e numero de prontuário diz no "famoso gerúndio " que "estaremos tomando providencias" e que eu retornasse a ligação em 30 minutos.Nesta altura do campeonato, a calma já não era a minha melhor conselheira. Disse que não estava disposto a esperar porque eles já tinham tido 5 horas para dar uma resposta ao hospital, que estaria me dirigindo ao interior do hospital e se ao chegar lá a autorização não tivesse sido dada estaria me dirigindo à TV e ao Procon local.
Ao chegar ao interior do hospital encontrei com a medica já ao telefone com o plano de saude. Ela afasta o telefone do rosto e me diz que o Plano não quer liberar a UTI por se tratar de contrato no prazo de carência. Peguei, ate num ato mal educado, o telefone e "soltei as cachorras" depois de muito falar, disse que quando da assinatura do contrato eu achei que era desorganização da empresa mas que hoje tinha certeza que era má fé.
Terceira crise de cidadania: minha irmã é funcionária publica aposentada, paga este plano há mais de 15 anos. Há aproximadamente 3 meses a empresa responsável pelo plano rompeu o convenio com o Instituto de Aposentadoria Estadual, e todos os mutuários foram obrigados a fazer a escolha de um plano dentre os novos criados. Na época procurei me orientar junto ao Ministério Publico que me informou se tratar de uma simples transferência de plano. Fui à sede do Plano de Saúde assinar a transferência, quando pego o contrato verifico a existência de uma clausula de prazo de carência, depois de muita discussão fui parar na sala de um "coordenador", ele me disse que por falta de um modelo de contrato especifico para o caso estavam usando o formulário padrão, mas que eu poderia ficar tranqüilo que não existia prazo de carência para aquele caso (transferência). Solicitei então que ele colocasse esta observação no contrato, o que foi feito, inclusive com o acréscimo de uma observação feita por mim.
Depois da ciência por parte do Plano de Saúde da observação que houvera feito ao contrato foi feita a liberação imediata do internamento na UTI.
Como estávamos na recepção a medica pediu às funcionarias que providenciarem imediatamente a documentação, eis que 5 minutos depois me apresentam uma documentação para assinatura.
Quarta crise de cidadania: ao verificar a documentação vejo que esta toda em branco. Me nego a assinar. A alegação das funcionarias era que aquele é o procedimento comum para o caso.
Depois de muitas caras feias colocaram minha irmã na UTI.
No primeiro dia de visita , quando chega a minha vez de receber o boletim medico aparece um deputado e três vereadores, como estava junto a recepcionista ouvi toda conversa, de imediato ela diz que as visitas só são liberadas conforme regra do hospital para uma pessoa, então o deputado dá a famosa "carteirada" e solicita que seja comunicado a administração. A recepcionista pressionada liga para alguém que libera a entrada das quatro personagens.
Quinta crise de cidadania: Instintivamente eu levanto a voz e digo que se liberarem para entrada dos quatro no outro dia todos ali presente na sala de espera teriam o mesmo direito e que, eu exigia uma explicação para o fato. Então recebo a "carteirada" de um vereador que acompanhava o deputado, dizendo que eu deveria respeitar a autoridade e blá,blá,blá. Numa frase desmontei-o, "eu espero de vocês não o uso da autoridade para furar uma fila, mas o exemplo de cidadania em respeitar o direito de todos aqueles que estavam ali esperando há horas". O hospital volta atrás na autorização e todo mundo entra na fila.
Sexta crise de cidadania: faço a visita a minha irmã, ao sair encontro todos ainda na portaria, ao me verem vem parabenizar por minha atitude. Até quando será que o povo vai se calar ou aguardar que apareça alguém para reclamar seus direitos.
Três dias depois do internamento de minha irmã, pela primeira vez na vida, minha pressão foi a 10 x 18.
Por isso solicito ao Ministério da Saúde que coloque na porta de todos os hospitais do Brasil a seguinte faixa:
"Exercer seus direitos faz mal a saúde"
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